sexta-feira, 26 de março de 2010

Meu Diário - Dia 25 e 26

Bem, desculpem a demora, mas hoje tem post duplo pra compensar a  falta de ontem.

Vamos começar falando de ontem dia 25.

A professora de Inglês deu uma aula sem, pasmem, atividade pra nota!

As atividades foram duas, desembaralhar frases em Inglês e traduzir um texto chatíssimo antes de ir pegar o buzão.

A resenha como sempre rolou solta, e a professora não deixou barato, resolveu explanar como diria Giovanne, toda a sua indignação dando respostinhas. Legal, ela sabe dar respotas. ¬¬

Após as "Ownadas" tivemos algumas resenhas com a ilustre Carol. Até bolinha de papel voou na cabeça dela. Quanta maldade...Giovanne como sempre resenhando pra valer e a galera em geral deve ter curtido o dia.

Bem, neste mesmo dia me deparei com a situação do professor Marcos. Algumas pessoas foram reclamar dele, fiquei sabendo, mas deixo a minha opnião sobre isso no diário de hoje dia 26.

Hoje fui ao curso pensando que teríamos uma aula tensa, pensei que o professor Marcão fosse citar algo sobre a crítica feita sobre ele na coordenação. Foi o que fiquei sabendo.

De começo a aula foi tranquila, ele se atrasou um pouquinho, explicou além dos já batidos e para alguns não entendidos, assuntos de Proposições, explicou-se também conjuntos.

Bem o assunto não é tão difícil. É mais uma questão de se lembrar e estudar um pouquinho, do que qualquer outra coisa. A aula não foi cansativa, acho que ninguém teve queixa, tudo de boa.

No entanto confesso que vi ele conversando lá fora com a coordenadora e pensei: "será que ela comentou algo?"  Bem, se ela disse a ele algo sobre a crítica feita, eu não sei. Mas explano aqui minha opnião sobre o fato: Precipitação.

Sim, acho a atitude de alguém, quem quer que seja que tenha ido criticá-lo, precipitada. Primeiramente deixo bem claro que continuo achando que em determinados momentos, o assunto surte um efeito de não explicado. Talvez o método não seja o mais adequado. No entanto não posso dizer que ele se recusa a explicar o assunto ou que ele é mal professor, porque em nenhum momennto vi ele negando explicação a quem pediu a solução. Ou melhor, é difícil ver constantes perguntas sobre o assunto, o que é estranho,  já que muitas pessoas me disseram que não entederam, inclusive Eu em certos momentos. Nunca neguei uma dificuldade em Matemática, mas tento entender e estudar como posso. Não concordo em ir fazer queixas a quem não vai me explciar nada do assunto. Se tem alguém que tenho de conversar caso não esteja entendendo é com o professor e somente com ele. Não acham? Pois bem.

Conversando com algumas pessoas, fiquei sabendo que Marcão é um bom professor, um cara legal e que entende bem do assunto. Me garantiram também que pessoalmente falando, ele é gente fina. No entanto creio que o que mais interessa aqui é o profissional. Pensando por este lado ele conhece bastante, mas se complica na hora de compartilhar o conhecimento.
Vejo nesta história os dois lados. De um lado algumas pessoas que se indignaram por não entenderem e acharam válido criticar e pedir um melhor retorno. Nada de errado afinal aluno também tem seus direitos. Por outro lado, um professor ás vezes estranho, mas que apesar de tudo, cumpre o papel dele, tem um respaldo no ambiente do trabalho, principalmente com ex-alunos e deve ser respeitado no quesito hierarquia.

Portanto, será que não seria melhor ter usado o bom senso?

Pensei um pouco sobre isso e cheguei a conclusão que o melhor a ser feito, caso alguém esteja descontente é partir pra conversa. Chamá-lo na hora do intervalo, conversar sobre as dificuldades e correr atrás também. Querendo ou não, nós encontraremos pessoas em nossas vidas que são assim mesmo. Quem faz faculdade bem sabe que o segredo é correr atrás sempre e NÃO querer tudo mastigado. Tem professores que oferecem um conteúdo bem facilitado, outros exigem um retorno do aluno a altura do que passam.

O professor pode ter seus defeitos, mas qualquer atrito ou clima tenso seria evitado com uma boa conversa, entre nós e ele. Entre quem não entende e ele.  Acho que nesses casos a coordenação deveria ficar alheia pelo menos por enquanto. Enfim, não tiro o direito de quem quis expressar sua revolta, mas também não tiro minha opnião de que houve uma certa impulsividade, atitude que poderia ser pensada duas vezes, precipitação.

Uma boa conversa ás vezes, cai bem melhor que uma revolucvionária revolta.

Que as aulas se tornem melhores e que o clima se torne agradável sempre, cada vez mais.

Rumo ao sucesso, Técnicos! E paciência, Devagar e sempre agente chega lá.

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